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Novembro Azul 2017: Tudo sobre a vigilância ativa no câncer de próstata

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Tratamento consiste no monitoramento periódico da doença

A vigilância ativa é um tipo de tratamento seguro para o câncer de próstata que se popularizou nos últimos anos. Caracterizada pelo acompanhamento periódico do tumor, sem que se faça uma cirurgia para sua retirada ou radioterapia, mas mantendo a possibilidade de um tratamento curativo quando for preciso, a vigilância ativa é indicada para tumores pequenos e de baixo risco (pouco agressivos).

Para entender melhor a vigilância ativa, o Portal da Urologia conversou com o urologista de Belo Horizonte e ex-presidente da SBU Dr. Carlos Corradi. Veja:

– O que é vigilância ativa?

A vigilância ativa consiste no monitoramento do câncer de baixo risco e pouco volume por meio de exames e consultas periódicas, normalmente a cada seis meses. Essa classificação é baseada no toque retal, PSA, métodos de imagem como a ressonância multiparamétrica e principalmente na biópsia da próstata.

Um tratamento definitivo, como a prostatectomia radical (retirada da próstata) ou radioterapia (método capaz de destruir células tumorais com radiação ionizantes), somente será indicado caso haja progressão da doença em pacientes com expectativa de vida maior que dez anos. Esse tratamento depende muito da aderência/comprometimento do paciente.

– Desde quando a vigilância ativa começou a ser adotada como tratamento para o câncer de próstata?

Os estudos iniciais começaram há cerca de 15 anos com o Prof. Laurence Klotz, do Canadá, e foi mais popularizada nos últimos anos.

– Há algum risco de se adiar o início do tratamento do câncer porque se optou inicialmente pela vigilância ativa?

Desde que o paciente faça os exames periodicamente, conforme seu urologista determina, nos tumores de baixo risco, a possibilidade é pequena.

– Homens jovens podem fazer esse tratamento?

Estudos recentes mostraram os mesmos resultados oncológicos de sobrevida, independentemente da idade do paciente. Portanto, a idade não é fator importante na vigilância ativa, somente os critérios de baixo risco.

– Quais os benefícios de se ficar em vigilância ativa?

Os benefícios são evitar os efeitos adversos derivados de um tratamento radical, como incontinência urinária e disfunção erétil, que são raros, mas podem acontecer com a prostatectomia radical ou radioterapia.

– Há algum estudo que apresente a porcentagem de sobrevida de quem opta por esse tratamento?

Os estudos mostram que naqueles pacientes que não tiveram progressão da doença, isto é, em torno de 70% dos pacientes que ficaram em vigilância ativa em 15 anos, a taxa de mortalidade por câncer de próstata foi menor que 5%.

– No Brasil e no mundo, qual o número estimado de pacientes em vigilância ativa?

Não se tem a porcentagem de pacientes brasileiros que estão em vigilância ativa. Nos EUA estima-se que estão no protocolo em torno de 40% dos pacientes com doença de baixo risco.

– A vigilância ativa é oferecida no SUS?

Sim. Em diversos serviços do SUS a vigilância ativa é realizada da mesma forma que nos pacientes privados, dependendo muito da aderência do paciente a esse tratamento.

Fonte: Portal da Urologia

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Obra de Tomie Ohtake na Avenida 23 de Maio passa por limpeza e restauro

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A Ligue-táxi da os parabéns a prefeitura de São Paulo, pela reforma dessa magnifica obra.

O monumento projetado pela artista Tomie Ohtake para homenagear os 80 anos da imigração japonesa teve suas cores renovadas e sua iluminação restaurada. Instalada no canteiro central da Avenida 23 de Maio, a obra foi limpa pelo Programa Cidade Linda e restaurada por meio de uma parceria entre o Instituto Tomie Ohtake e a Coral, marca de tintas da empresa Akzo Nobel. O prefeito ressalta a importância para a capital de parcerias com as empresas e se coloca à disposição de outros representantes da iniciativa privada que desejarem contribuir com a cidade.

“Esse é um trabalho que estamos fazendo dentro do Programa Cidade Linda, sob a coordenação do Bruno Covas. E essa é uma obra representativa da cidade. Ela estava vandalizada, mutilada, pichada e foi recuperada em oito dias, com o trabalho coordenado pelo instituto Tomie Ohtake e realizado por uma equipe Akzo Nobel, a quem eu faço mais uma vez, um agradecimento, por ter aceito esse convite de para recuperar uma obra da cidade”, afirmou o prefeito João Doria.

Localizada na principal ligação entre as regiões Norte e Sul da cidade, na altura do Centro Cultural São Paulo (CCSP), a obra possui quatro lâminas de concreto armado com cerca de 40 metros de comprimento, 4 metros de altura e dois metros de largura cada uma.

Monumento da Tomie Ohtake – antes da ação da Prefeitura de São Paulo

Monumento da Tomie Ohtake – depois da ação da Prefeitura de São Paulo

Em 14 de janeiro, as estruturas passaram por serviços de limpeza, realizados por uma equipe de 12 pessoas com uma máquina antares (de alta pressão). A lavagem retirou os resíduos de poluição e a tinta de pichações.

Em seguida, no dia 16 de janeiro, uma equipe de restauro lixou a obra, para retirada da tinta, e aplicou uma base que prepara o concreto para a pintura.  O próximo passo foi a pintura das lâminas nas cores amarelo, laranja, verde e azul, conforme as orientações deixadas pela artista. “A pintura da parte interna das ondas já foi refeita três ou quatro vezes. A Tomie mudava as cores e decidimos manter o último projeto, que ela acreditava que deixava a escultura mais leve”, explicou Ricardo Ohtake, filho da artista e diretor do Instituto Tomie Ohtake. A última repintura da obra ocorreu há 7 anos.

A recuperação da obra integra as atividades da operação Cidade Linda, que atou na última na Avenida 23 de Maio, no trecho entre a Praça da Bandeira e a região do Parque Ibirapuera, em ambos os sentidos. As formas onduladas do monumento também foram valorizadas com a renovação da iluminação do local. Durante a ação, duas das doze luminárias do local foram trocadas.

“A recuperação é importante para a cidade, e não para a família. A população precisa respeitar as obras de arte e a arquitetura que estão nas ruas”, avaliou Ricardo Ohtake.

Sobre a artista
Falecida em 2015, Tomie Ohtake nasceu no Japão e viveu por quase 80 anos no Brasil. O monumento da Avenida 23 de Maio, inaugurado em 1988, comemora os 80 anos da chegada do primeiro grupo de imigrantes japoneses ao Brasil em 1908, a bordo do navio Kasato Maru. As lâminas da obra representam quatro gerações de japoneses no país.

Fonte: http://capital.sp.gov.br/noticia/obra-de-tomie-ohtake-na-avenida-23-de-maio-passa-por-limpeza-e-restauro

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