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Prefeitura regulamenta aplicativos de táxi

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Empresas que atuam na capital serão cadastradas e deverão ter sede no município.

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A Prefeitura regulamentou os aplicativos de táxi em lei publicada nesta terça-feira (5) no Diário Oficial. De acordo com as novas regras, empresas que oferecem o serviço de intermediação tecnológica entre passageiros e motoristas deverão se cadastrar junto à administração municipal e ter sede na capital.

A lei sancionada (nº 16.345) cria regras para o serviço Transporte Individual Remunerado de Passageiros – Táxi, em casos de solicitação por aplicativo ou internet. As empresas que atuam no setor deverão ser credenciadas, processo em que terão que apresentar cópia de seu contrato social ou estatuto, com a qual comprovarão endereço de sua sede em São Paulo.

Caso não estejam regulares, as empresas responsáveis pelos aplicativos poderão ser multadas em R$ 50 mil. Para o taxista prestador de serviço, por sua vez, a multa é de R$ 3.800, além da apreensão do veículo e bloqueio no licenciamento junto ao Detran, até o pagamento da taxa.

Durante o período de cinco anos, contados a partir da primeira infração, a punição dobra de valor caso haja reincidência.

Os valores das multas são reajustados anualmente pelo Índice Geral de Preços da Fundação Getúlio Vargas (IGP-M – FGV).

De acordo com a lei, os procedimentos para o cadastramento e detalhes serão regulamentados.

Alteração
Também foi publicada nesta terça-feira (5) lei que altera o valor da multa para quem realiza transporte, remunerado individual de passageiros sem que o veículo esteja autorizado para esse fim. A lei será aplicada nos casos em que seja flagrado transporte irregular independente da utilização de aplicativos. Um exemplo são os chamados “táxis geladeira”, que não possuem alvará e nem taxímetro oficial. A punição para os infratores passa de R$ 1.915,85 para R$ 4.500. O documento modifica a lei nº 15.676, de dezembro de 2012.

18:41 05/01/2016 De Secretaria Executiva de Comunicação

Fonte: Prefeitura

O táxi está na ordem do dia em Portugal

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Debate potestativo na Assembleia da República. 26 MAY 2016.

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Este debate é um claro sinal de que estamos no bom caminho na discussão sobre a atividade ilegal da Uber e sobre o próprio Setor do Táxi”, considerou Carlos Ramos, presidente da Federação Portuguesa do Táxi, hoje, 25 de maio, à saída da sessão plenária da Assembleia da República, em que o Grupo Parlamentar do PCP levou ao hemiciclo a discussão sobre o projeto de lei que apresentou e que prevê o aumento das coimas para quem transporte comercialmente passageiros em viaturas ligeiras que não sejam táxi.

Numa sessão parlamentar em que os partidos colocaram questões sobre o diploma proposto, foi reafirmado pelo deputado comunista Bruno Dias que “o objetivo fundamental é contribuir de forma concreta e construtiva para a solução cada vez mais urgente de um problema que já dura há demasiado tempo, com a continuação da ilegalidade e do sentimento de impunidade que nos foi transmitido pelo setor”.

“O projeto de lei vai agora, no dia 27 de maio, baixar à Comissão Parlamentar respetiva, para discussão na especialidade, sem votação na generalidade, por requerimento do PS”, salientou o presidente Carlos Ramos.

“O Setor do Táxi nunca foi tão profundamente debatido e as questões que afetam todos os seus profissionais estão agora em ampla discussão pública, na ordem do dia e do conhecimento geral de todas as forças políticas e parlamentares”, acrescentou Carlos Ramos, congratulando-se pelo “grande sucesso desta iniciativa, que em muito contribui para que a justiça seja reposta finalmente”.

“A FPT aguarda o agendamento de novas etapas na discussão deste projeto de lei do PCP e prossegue o seu contributo no Grupo de Trabalho criado para a modernização do Setor e regulação das plataformas”, informou o presidente da Federação.

“Para os que nem sequer admitiam que este assunto fosse discutido no Parlamento, salientamos que o foi e muito bem, por mais de duas horas de debate, pondo a descoberto até as situações de irregularidades no seio do Setor. Pugnamos pelo cumprimento da lei e pelo combate à ilegalidade dentro e fora do nosso Setor”, lembrou Carlos Ramos, que conclui que “nada ficará como antes, pois esta discussão é pública e profunda”.

Todos os partidos saudaram a iniciativa do PCP e disponibilizaram-se para trabalhar o assunto futuramente, o mais rápido possível.

Veja o debate através do link

Portugal “Uber ilegal”

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FPT realça a pronúncia da AMT relativamente à Uber. 18 MAY 2016.
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A Federação Portuguesa do Táxi estudou o documento divulgado em 5 de maio pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), intitulado Pronúncia nº 4/2016 – Regulação da Mobilidade e Transportes, que responde a um pedido de análise estruturada sobre a atividade da plataforma tecnológica “Uber” e dos operadores a ela ligados, “com vista a uma tomada de posição, quer no plano das políticas públicas, quer regulatório, que garanta a coerência dos serviços de transporte prestados ao público, a adaptação do setor à evolução tecnológica e enquadramento de mercado atual e a paz social entre os prestadores”.

A entidade reguladora independente AMT enviou aquele documento ao secretário de Estado adjunto e do Ambiente, no âmbito da discussão pública em Portugal, de “um tema com mediatização global, entre operadores estabelecidos e regulados e um novo player que parece satisfazer necessidades equivalentes posicionando-se, em conjunto com os seus parceiros, como uma solução de mobilidade urbana, não sujeito à mesma regulação que os prestadores de transporte público tradicionais”.

A Federação considera que este é um documento “muito útil, que informa sobre a realidade da atividade ilegal da Uber, corroborando o que já todos sabemos e que o Governo também já afirmou: a Uber é ilegal”.
Para a Federação, a pronúncia da AMT sobre este assunto “ajuda os interessados em realmente conhecer esta matéra a fundo e também aqueles que, através dos meios de comunicação social, emitem opinião sobre o Setor do Táxi e o mercado concorrencial de transporte de passageiros em veículos ligeiros”.

A AMT considera, “para que não restem dúvidas”, que “o documento regulatório que a Uber apresentou ao IMT e que enviou cópia à AMT é manifestamente inaceitável”, sublinhando que “qualquer regulação eficiente exige como condição prévia sine qua non que todos os players nos mercados cumpram rigorosamente o ordenamento jurídico aplicável, ora o Tribunal sentenciou já que a Uber está ilegal, e lesa não só os interesses dos privados mas também o interesse público”.

A AMT referiu ainda que “neste contexto, espera-se que as entidades com competências de fiscalização, incluindo a polícia e as forças de segurança, atuem em conformidade com a declaração de ilegalidade do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa”.

Consulte o documento na sua versão integral (93 páginas).
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As solicitações feitas pelo portal ou pelo aplicativo, os usuários podem acompanhar o trajeto do carro até o local solicitado.

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Considerações Relevantes;

Para implantarmos a nova versão do sistema é necessário que seja enviado por e-mail para efeitos de cadastro os seguintes dados:

  • Nome dos usuários e e-mail’
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Os nove primeiros caracteres do CPF dos respectivos usuários que será compreendido operacionalmente como matricula ou funcional.

Audiência pública para discutir a regulamentação aplicativos

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A terceira audiência pública para discutir a regulamentação do modelo de compartilhamento de automóveis através de aplicativos na cidade de São Paulo foi mais uma vez marcada pelos ânimos acirrados. O Projeto de Lei (PL) 421/2015, de autoria do vereador José Police Neto (PSD), tem previsão para ser votado na próxima semana e tem provocado acaloradas discussões à medida que o texto tramita na Casa.

2016-04-20- SP Câmara Municipal de São Paulo Audiência Pública da Comissão Permanente de Trânsito, Transportes, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia PL 421/2015 Plenário 1º de Maio 1º andar José Police Neto (PSD) Foto: André Bueno/ CMSP "Créditos Obrigatórios. Todos os direitos reservados conforme lei de direito Autoral Número 9.610"

A matéria já foi aprovada em primeira votação em dezembro do ano passado e agora passa por fase de contribuições (inclusive por parte do Executivo, que pretende protocolar Substitutivo) antes de chegar ao plenário. Police, presidente da Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia – responsável pela audiência – justifica a regulamentação com base no cenário atual que, por conta de ações judiciais, permite aos aplicativos realizarem, em sua análise, o que bem entenderem.

“O nosso esforço é no sentido de termos uma regulamentação que, de fato, preserve o mercado de maneira vigorosa. Por outro lado, sem dúvidas, é oferecer à sociedade alternativas para circular na cidade, e mais do que isso, oferecer regras para diminuir o números de carros”, explicou.

2016-04-20- SP Câmara Municipal de São Paulo Audiência Pública da Comissão Permanente de Trânsito, Transportes, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia PL 421/2015 Plenário 1º de Maio 1º andar José Police Neto (PSD) Foto: André Bueno/ CMSP "Créditos Obrigatórios. Todos os direitos reservados conforme lei de direito Autoral Número 9.610"

Já o vereador Adilson Amadeu, que desde o início se colocou com um dos principais opositores ao projeto que regulamenta os aplicativos, defendeu que haja espaço para discussão, no entanto, o parlamentar não reconhece a atividade prestada pelo Uber (empresa de transporte por aplicativo).

“Debate, audiência pública é muito importante. O que não é importante para o país é ter uma empresa ilegal que está tirando o ganha-pão do táxi. Eles são ilegais, não são credenciados, não tem condições de trabalhar. Agora, não dá nem pra discutir muito, compartilhamento não tem nada a ver com a documentação e com a exigência que tem os taxistas”, pontuou Amadeu, ressaltando que confia no voto contrário da maioria dos vereadores.

Debate quente

Foram quase quatro horas de debate, muitas vezes interrompido pela animosidade do público presente às galerias do plenário. Nelson Bazolli, presidente da AMPARO (Associação dos Motoristas Parceiros das Regiões Urbanas do Brasil) é favorável à regulamentação dos aplicativos que, de acordo com ele, proporcionará aos motoristas deste modelo maior segurança trabalhista.

“Nós queremos a regulamentação do uso de aplicativos na mobilidade urbana para que haja um equilíbrio entre o trabalho que já é oferecido pelos taxistas e a nova forma de prestação de serviços que é oferecida pelos motoristas parceiros em parceira com as empresas de tecnologia”, afirmou.

2016-04-20- SP Câmara Municipal de São Paulo Audiência Pública da Comissão Permanente de Trânsito, Transportes, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia PL 421/2015 Plenário 1º de Maio 1º andar José Police Neto (PSD) Foto: André Bueno/ CMSP "Créditos Obrigatórios. Todos os direitos reservados conforme lei de direito Autoral Número 9.610"

Por outro lado, o taxista Alessandro Martinez é radical e acredita que o PL representa o fim da categoria. “Para nós é o fim da profissão. Na teoria, tudo o que é falado é lindo, mas na prática é completamente diferente. Até os próprios motoristas dos aplicativos ilegais não são a favor do PL, que não teve consulta nem dos taxistas nem dos motoristas dos aplicativos”, afirmou o taxista Alessandro Martinez.

Vágner Caetano, representante do SINDTAXI-SP e a MOVI TAXI Brasil, concorda com o colega. “Nós não somos contra a regulamentação dos aplicativos, nosso receio é que, do modo que estão querendo fazer, vai abrir todo o mercado, então todos os carros vão virar um táxi”, disse.

2016-04-20- SP Câmara Municipal de São Paulo Audiência Pública da Comissão Permanente de Trânsito, Transportes, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia PL 421/2015 Plenário 1º de Maio 1º andar José Police Neto (PSD) Foto: André Bueno/ CMSP "Créditos Obrigatórios. Todos os direitos reservados conforme lei de direito Autoral Número 9.610"

Aparentemente contemplado com o texto proposto, Daniel Mangabeira, executivo do Uber, comemorou a iniciativa. “A impressão inicial é de que, de fato, o projeto visa abraçar a tecnologia como um mecanismo de solução para a cidade, um mecanismo legal e absolutamente legítimo, que beneficia não só o usuário, mas os cidadãos de maneira mais ampla”, finalizou.

“Eu não sou vereador dos taxistas, mas quero ajudá-los até quando puder. Eu não sou vereador dos aplicativos, mas acho que os aplicativos estão atendendo o desejo da sociedade, e precisamos saber como regulamentá-lo”, finalizou Ricardo Young (REDE). Também participaram da audiência os vereadores Abou Anni (PV), Dalton Silvano (DEM), Salomão Pereira (PSDB) e Senival Moura (PT).

Veja galeria de fotos do evento:

    

    

Fotos: André Bueno / CMSP

Fonte: http://www.camara.sp.gov.br/