DICAS e SERVIÇOS

Como funciona o carro híbrido

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Entre os carros que menos poluem no mundo e que apresentam maior eficiência energética estão os modelos híbridos.

Um carro híbrido pode ser definido como veículo que possui mais de uma fonte de força motriz. Essas, utilizadas em conjunto ou separadamente, visam sempre a maximização da eficiência energética do veículo, isto é, menor consumo de combustível possível, com a maior autonomia e menor emissão de poluentes.

Entre as fontes de força motriz se destacam os motores de combustão interna e o elétrico, bem como as células de combustível, sendo, entretanto, os dois primeiros, as fontes mais conhecidas e utilizadas atualmente.

Mas como exatamente funciona um híbrido de motores elétrico e de combustão? Como ele pode ser tão econômico? É o que vamos examinar neste post.

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Informações básicas

Como muitos sabem, os carros híbridos são notadamente mais econômicos que os carros movidos à combustão, principalmente se considerarmos os trajetos urbanos, onde a relação de consumo pode chegar a quase 19 km/L, como no Toyota Prius, carro mais econômico do Brasil segundo o Inmetro.

Toda essa economia é possível pela combinação, no híbrido, do melhor da tecnologia do motor de combustão e elétrico.

Em um carro com motor tradicional, à combustão, o tanque de combustível fornece gasolina/álcool/diesel para o funcionamento do motor que, ligado ao sistema de transmissão, transforma a energia química da combustão em mecânica, movimentando as rodas.

Esse motor é projetado sempre com a finalidade de atingir o melhor desempenho possível, normalmente relacionado à potência apresentada. Mas toda a força de um motor de combustão interna tem um custo alto: alta taxa de emissão de poluentes e, em geral, pior relação de consumo.

Um carro elétrico, por sua vez, é abastecido com energia elétrica, armazenada em um conjunto de baterias. Esse conjunto fornece eletricidade para o motor que, ligado à transmissão, transforma a energia elétrica em mecânica girando as rodas.

Os modelos elétricos são conhecidos como carro verdes, já que a emissão de gases estufa é inexistente. Mas as principais críticas feitas à esse motor são baixa potência, pouca autonomia e demora no carregamento das baterias.

Com o objetivo de atacar ou minimizar os problemas centrais dessas duas alternativas, motor de combustão interna e elétrico, surgiram os veículos híbridos. Apesar de apresentar os dois sistemas, mudanças significativas foram incorporadas, garantindo resultados de eficiência muito superiores que as tecnologias separadas.

No híbrido, o motor a combustão além de menor, utiliza um ciclo de funcionamento diferenciado, como veremos adiante, para aumentar a eficiência energética e reduzir o nível de emissão de poluentes. Já o motor elétrico, modificado, permite tanto a atuação como motor, que extrai energia das baterias para o movimento das rodas, como de um gerador, que devolve a energia das rodas  para o carregamento das baterias.

Nas versões mais modernas, em carros híbridos mistos, a aceleração e velocidade são interpretadas por um computador. Esse sistema define, então, pelos padrões recebidos, qual a força necessária para a manutenção, redução ou aumento da velocidade, acionando, conforme o caso, o motor à gasolina ou elétrico.

Na prática a combinação dos dois sistemas supre, de um lado, a demanda por potência e autonomia do motor elétrico e , de outro, a demanda por menores emissões de poluentes e maior economia do motor a combustão.

Híbrido em série, paralelo e misto
Volt carro híbrido da GM
Chevrolet Volt

Série

Nos carros híbridos em série existem duas fontes de energia interligadas, em sequência. A saída da primeira fonte, geralmente o motor de combustão interna, alimenta a entrada da segunda  fonte, motor elétrico, sendo esta fonte a única responsável pela tração das rodas. Nesse sistema, portanto, o motor de combustão interna é utilizado apenas para geração de energia elétrica,  para o carregamento das baterias e o próprio funcionamento do motor elétrico, sem comunicação com as rodas.

São exemplos de veículos híbridos em série o Opel Ampera e o Chevrolet Volt.

Paralelo

No caso dos híbridos paralelos, os dois motores, tanto o elétrico quanto o de combustão interna são utilizados para gerar tração, mas apenas um deles é  o principal responsável pela locomoção do veículo enquanto o outro se comporta como auxílio extra para melhoria no desempenho.

Com esse sistema estão equipados os Honda Civic Hybrid e Insight.

Misto

O terceiro sistema é o híbrido misto, por meio do qual é possível que os motores atuem isolada ou simultaneamente, ambos ligados à mecânica das rodas. Quando atuam em conjunto, um dos motores fornece energia de tração enquanto o outro se ocupa da geração de energia elétrica.

Como dissemos anteriormente, nesse sistema a aceleração e velocidade do carro são interpretadas por um computador que define, então, pelos padrões recebidos, qual a força necessária para a manutenção, redução ou aumento da velocidade, acionando, conforme o caso, o motor à gasolina ou elétrico.

Entre os carros que utilizam esse sistema estão o Toyota Prius, o Lexus CT200h e o Ford Fusion Hybrid.

ford fusion híbrido

O atual carro presidencial do Brasil é híbrido, doado pela Ford em 2011, o Fusion Hybrid.

Eficiência energética

Na atualidade, um carro híbrido é especialmente projetado com modificações mecânicas e estruturais para garantir menor consumo de combustível.

A começar pela diminuição do tamanho do motor a combustão, que exige menor volume de combustível em cada ciclo, visando não a potência máxima de funcionamento, mas apenas a média, já que há complementação pelo motor elétrico.

O motor de combustão ainda funciona com o Ciclo de Atkinson, que permite que o período de expansão no cilindro seja maior que o tempo de compressão, resultando em melhor eficiência térmica e menor gasto de combustível que a média dos motores tradicionais.

Ciclo de Atkinson carro híbrido
By MichaelFrey [CC BY-SA 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0)%5D, via Wikimedia Commons.

Outra modificação extremamente positiva aconteceu no motor elétrico, com a chamada frenagem regenerativa ou recuperativa. Na prática, ao pisar no freio ou aliviar a pressão do acelerador, o motor elétrico é colocado em modo reverso, o que desacelera o carro e transmite a energia do movimento das rodas para o motor, gerando energia elétrica que será armazenada nas baterias.

Finalmente, além da motorização, os carros híbridos buscam a eficiência energética através de fatores estruturais.

Entre eles se destaca a busca por uma aerodinâmica avançada, com diminuição da área frontal, saliências e reentrâncias e utilização de saias nas aberturas das rodas, melhorando o fluxo de ar e diminuindo o arrasto aerodinâmico.

Outros procedimentos comuns implantados no híbridos para aumentar a eficiência incluem a utilização de pneus de baixa resistência e diminuição geral do peso do carro e seus componentes, exigindo menos energia para o deslocamento.

Carro híbrido no Brasil

Os arquivos da história dos automóveis apontam o Lohner-Porsche Mixte, como o primeiro carro híbrido produzido no mundo. O até então protótipo, apelidado de Semper Vivus, foi apresentado no Salão do Automóvel de Paris, em 1901, com sistema conhecido hoje como híbrido-paralelo.

Quase um século depois, em 1997, o ambicioso projeto alemão foi finalmente adaptado e executado pelos japoneses. O Toyota Prius se tornou, então, o primeiro carro híbrido produzido e comercializado em série no mundo.

No Brasil, a venda de carros híbridos começou apenas em 2010 com o Mercedes-Benz S400 e ainda é tímida.

Apesar de todas as vantagens do carro híbrido, como maior eficiência e autonomia, bem como menor emissão de poluentes, os modelos ainda possuem preço elevado e, portanto, reduzido volume de vendas.

Mas o futuro é promissor.

Com o aumento no preço do petróleo a longo prazo e os riscos da poluição à saúde das pessoas, governos e empresas de países centrais já investem em pesquisas de baterias de alta densidade, motores elétricos, redes de distribuição de eletricidade inteligentes e sistemas de recarga de veículos.

A busca por meios alternativos de energia apenas se intensificará nas próximas décadas, inclusive no setor automotivo.

Fonte:http://blog.carlider.com.br/2016/09/16/carro-hibrido/
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Tomie na Paulista!

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Tomie na Paulista: Escultura da artista plástica Tomie Ohtake instalada na altura do número 1111 da Avenida Paulista, chama atenção dos paulistanos, renovada adorna São Paulo. Escultura exposta em 2015, respeitosamente ainda conservada! A escultura, feita de aço, tem 8,5 metros de altura e pesa sete toneladas, foi coberta com uma tinta anti-pichação nas cores vermelha e prata. Além de ver esculturas e obras espalhadas pela Paulista, você pode aproveitar os lugares magníficos que se encontram por lá! Dar uma paradinha para tirar fotos em frente a essa escultura bem bonita. Não esqueça que a Paulista é um lugar bem movimentado, então nosso conselho é você deixar o carro em casa e ir de Ligue-Taxi, com rapidez pelo corredor e no conforto sem estresse. Quem ai já viu essa escultura ou já tirou foto? Conte para gente nos comentários.

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A Importância do Cinto de Segurança

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Os cintos de segurança são o meio mais eficaz que se dispõem para reduzir o risco de ferimentos graves e mortes em acidentes de automóvel. Para sua própria proteção e dos demais ocupantes do veículo utilize sempre os cintos de segurança quando o veículo estiver em movimento. Gestantes e pessoas fisicamente debilitadas também devem utilizar os cintos de segurança, elas estão mais propensas a ficarem seriamente feridas se não estiverem usando cintos de segurança.

Nossos taxista sempre frisa o uso do cinto de segurança. Use o cinto e preserve a sua vida nunca sabemos a consequências dos outros motoristas.

O cinto de segurança impede, em caso de colisão, que seu corpo se choque contra o volante, painel e pára-brisas, ou que seja projetado para fora do carro. Os passageiros sentados no banco traseiro, sem os cintos de segurança, não somente se põem em perigo, como também colocam em perigo os passageiros dos bancos dianteiros. Numa colisão frontal eles também se moverão para a frente onde podem bater e ferir o motorista ou passageiro do banco dianteiro.

Em uma colisão de veículos a apenas 40km/h, o motorista pode ser atirado violentamente contra o pára-brisas ou arremessado para fora do carro. Alguns motoristas pensam que podem amortecer o choque segurando firmemente no volante. Isto é ilusório, porque a força dos braços só é eficaz a uma velocidade de até 10 km/h.

Estatísticas sobre acidentes mostram que passageiros que usam corretamente os cintos de segurança, têm um risco menor de se ferirem e uma chance muito maior de sobreviverem num acidente. Por este motivo, a utilização dos cintos de segurança é exigida legalmente na maioria dos países.

Lembre-se!

O uso do cinto não é opcional. Faz parte das condições de segurança do carro, assim como os freios. Se o carro estiver a 20 km/hora e colidir, a cabeça dos ocupantes será projetada na mesma velocidade contra o pára-brisa. É o suficiente para provocar a perfuração do globo ocular. Portanto, o uso do cinto de segurança é necessário mesmo em baixa velocidade. Imagine o que pode acontecer a 50, 80 ou 100 km / hora.

Fonte: blog duoblindagens.

Toyota lança site especial em português para comemorar os 50 anos do Corolla

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Há 50 anos, em 20 de outubro de 1966, época em que a demanda por veículos de passeio começara a crescer no Japão, a Toyota lançou a primeira geração do sedã médio Corolla.

Para celebrar esta importante data na história de um dos modelos de maior sucesso no mundo dentro do portfólio da fabricante, a Toyota está lançando website comemorativo pelos 50 anos do Corolla, em português. O site pode ser acessado por meio do link: http://www.toyota.com.br/modelos/corolla/50-anos/

O conteúdo será atualizado periodicamente. Por este motivo, o internauta poderá visitar o site oficial dos 50 anos do Corolla diariamente e verificar as novidades por lá.

Um pouco de história

A Toyota Motor Corporation foi fundada em 1937, tendo como principal objetivo contribuir para o desenvolvimento da indústria automobilística no Japão. Três décadas depois, nasceria o modelo Corolla, fruto de um crescente interesse por carros naquele país. O design da primeira geração do sedã teve como base o conceito “80 Point Doctrine +α”.

O conceito estipulava que o veículo deveria atingir uma média de 80 pontos dentro de uma escala que variava no máximo até 100, sendo necessário, ainda, acrescentar algumas características extras específicas, denominadas de +α, para conceder ao modelo recursos adicionais à sua aparência e, desta forma, superar as expectativas dos consumidores.

Ao longo das últimas cinco décadas, mesmo com toda a evolução do Corolla em 11 gerações, a Toyota continuou a aplicar este conceito de maneira consistente para todos os seus modelos vendidos no mundo.

A primeira geração do Corolla nasceu no Japão no ano de 1966. Atualmente, 13 países produzem o sedã médio, que já atingiu a marca de mais de 1,3 milhão de unidades comercializadas anualmente em cerca de 150 países. Desde o início de sua produção, o

Corolla soma 44 milhões de unidades comecializadas em todo o mundo, marca que o coloca como o veículo mais vendido de todos os tempos.

Durante os últimos 50 anos, consumidores de todas as partes do mundo compartilham o mesmo carinho pelo Corolla. Por isso, o time de desenvolvimento da Toyota tem trabalhado constantemente para superar as expectativas de seus clientes. O website oficial do 50º aniversário do sedã médio de maior sucesso na indústria traz, também, histórias de membros da equipe que fazem parte desta longa jornada.

A homepage destaca diversos aspectos históricos sobre o Corolla, que inclui relatos de proprietários atuais e de gerações passadas, a história do próprio veículo, comentários dos desenvolvedores responsáveis e muito mais.

Sobre o website 50 anos de Corolla

As seguintes sessões estarão disponíveis no website oficial da Toyota sobre os 50 anos de Corolla:

Relatos: A história do Corolla sob a ótica de vários consumidores ao redor do mundo e de diferentes gerações;

Histórias: Evolução do modelo desde sua primeira geração e suas respectivas épocas;

Mensagens: Depoimentos dos engenheiros chefes do produto;

Galeria: Fotos históricas das várias gerações do Corolla;

Corolla no Brasil

As primeiras unidades do Corolla desembarcaram no Brasil em 1994, em um período marcado pelo início das aberturas de importação de modelos internacionais no País. Por conta do crescente interesse dos consumidores brasileiros pelo sedã da Toyota, destacado pelo reconhecimento e repercussão internacional do Corolla ao redor do mundo, a fabricante decidiu iniciar a produção do Corolla em território nacional a partir de 1998, após dar início às operações em sua fábrica no município de Indaiatuba (SP), construída para produzir as primeiras versões do Corolla nacional, que já estava em sua oitava geração.

Daquela época até os dias atuais, o sedã médio vem se destacando como um dos veículos de maior sucesso em vendas de seu segmento em todo o Brasil, com mais de 790 mil unidades negociadas. Só em 2016, o modelo chegou à marca de 53.750 veículos vendidos no período de janeiro a outubro, mantendo a liderança absoluta entre todos os sedãs médios nacionais, com quase 50% do total de emplacamentos nesta fatia de mercado.

Para acessar este press release, bem como todo o material de imprensa da Toyota do Brasil, como fotos e vídeos, visite www.toyotaimprensa.com.br
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A Toyota do Brasil Ltda. conta com quatro unidades produtivas nas cidades paulistas de Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz e São Bernardo do Campo, cidade que também abriga um Centro de Pesquisa Aplicada e um Centro de Design. A empresa conta ainda com três centros de distribuição de veículos em Guaíba (RS), Vitória (ES) e Suape (PE), um centro de distribuição de peças em Votorantim (SP), um escritório de representação em Brasília (DF), e mais de 5.600 colaboradores. Fundada em 1937, a Toyota Motor Corporation (TMC) é uma das fabricantes de veículos para passageiros e comerciais mais representativas do mundo. Com produção em 28 países e regiões e vendas em mais de 160 países, a empresa é detentora das marcas Toyota, Lexus, Daihatsu e Hino. A Toyota possui ações nas Bolsas de Valores de Tóquio, Nagoya, Osaka, Fukuoka e Sapporo (Japão), Nova Iorque (EUA) e Londres (Reino Unido) e emprega atualmente mais de 344.000 colaboradores em todo o mundo. Mais informações podem ser obtidas nos sites http://www.toyota-global.com/ e www.toyota.com.br ou www.facebook.com.br/toyotadobrasil

 

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Novembro 2016